Minha série predileta de RPG de todos os tempos, definitivamente, é Wild Arms.Nada melhor do que faroeste japonês, né?

Produzido pela Media Visions, e originalmente lançado em 1996 no Japão pela Sony, e depois traduzido e lançado na América do Norte e na Europa em 1998 pela mesma. Foi um dos primeiros RPGs no Playstation e um dos poucos a representar esse faroeste.
O jogo é todo em 2D e com batalhas em 3D.
Bom, mas vamos para a análise do último jogo da série lançado para Playstation 2:

Wild Arms: The Vth Vanguard é o quinto jogo da série e celebra seu aniversário de 10 anos.
Como em todo jogo da série, a história se passa no mundo de Filgaia. Os humanos estão sendo controladas por uma raça alienígena chamada Veruni que está lá faz 100 anos. Dean Stark, o protagonista, vive numa vila isolada de tudo, com o sonho de sair de lá para virar um Golem Hunter (explorador de robôs antigos), como seu ídolo, Nightburn. Enquanto estava nas montanhas com sua amiga de infância, Rebecca, acham um braço de um dos robôs, e uma garota, Avril, que só lembra de duas coisas: Seu nome e as palavras Johnny Appleseed.
Depois de receberem um par de armas de Avril, os três seguem para descobrir o que ‘Johnny Appleseed’ realmente significa. OK, a história pode não ser das mais originais, mas o decorrer dela vale a pena, tem até conflitos políticos mais sérios e algumas referências históricas.

O jogo é feito com CGI para dar um efeito 3D, o estilo da arte é todo em anime. 60 quadros por segundo, o jogo fica bem ‘liso’. Os personagens tem uma vasta seleção de ‘roupinhas’, incluindo as originais dos primeiros jogos da série.
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Wild Arms tem suas características próprias. O sonar que se usa no mapa-múndi, durante a exploração do mapa, para achar cavernas e cidades e os quebra-cabeças mais difíceis que o normal de serem resolvidos. Os monstros estão mais frequentes nesse jogo, e a dificuldade aumenta, você pode matar todos os monstros que aparecerem e ainda ter problemas no decorrer do jogo.
O sistema HEX do WA4 volta nesse jogo. Durante a batalha, o terreno se divide em sete partes hexagonais, alguns com propriedades especiais. Os jogadores e os inimigos podem se mover por eles, sem perder turnos. Algo novo no WA5 de juntar ataques, dando a possibilidade de atacar de 2 a 5 vezes de uma vez só.

Cerca de 46h para zerar o jogo (foi o que eu demorei, com todas as missões não obrigatórias :3), acompanhadas de uma ótima trilha sonora, no estilo bang-bang, com assovios e tudo que tem direito.
By: Ju :*
Escrito por weheartbits